terça-feira, 29 de novembro de 2011

... chove sem parar...

Gente, já faz dias que não para de chover! Pelo menos em Vitória. Dias cinzas e sem graça, não gosto não. Acho que São Pedro vai dar um festão lá em cima que não para de lavar, hehehehe... 
Amigos, hace días que no para de llover! Al menos en Vitória. Días grises aburridos, no me gusta nada. Creo que San Pedro le dará una gran fiesta allá arriba que no deja de lavar, jejejeje ...

Já que a chuva não para, o negócio é colorir pra sair desse cinza sem graça. Guarda-chuvas coloridos: só não tem que não quer. No mercado tá assim de opções de guarda-chuvas estampados, de bolinhas, listradinhos, xadrezinhos, color block... Tem pra todos os gostos. Só não vale preto e cinza.
Ya que la lluvia no se detiene, el negocio es poner color para salir del gris. Paraguas de colores: sólo no tiene quién no quiere. En el mercado está lleno de opciones de paraguas impresos, de lunares, de rayas, de cuadros, color block ... Tiene para todos los gustos. Sólo no vale el negro y el gris.
Tradicionais
Divertidos
Lindos!
Color block total!

 
E para as crianças, então, cada modelo fofíssimo! Animais, personagens de contos de fadas, desenho animado...
Y para los niños, cada modelo guapísimo! Animales, personajes de cuentos, dibujos animados...

Buscando as imagens me fez lembrar de um que tinha quando era pequena. Era da Minnie. Lindo! Não sei porque não guardei pra continuar usando. Ele era transparente com formato bem redondo, desses tipo antigo, com babadinho na ponta e com Minnies e corações rosas. Adorava quando chovia pra ir pra escola com ele e as outras meninas ficarem babando. E só eu e minha irmã que tínhamos porque minha mãe trouxe do exterior.
Buscando imágenes me recordó uno que yo tenía cuando era pequeña. De Minnie. Hermoso! No sé por qué no los guardé para seguir utilizando. Él era transparente y redondo, de este tipo antiguo, con el borde de volantes y con Minnies y corazones rosas. Me encantaba cuando llovía para ir a la escuela con él y ver todas las chicas babeando. Y sólo yo y mi hermana teníamos porque mi madre había traído del extranjero.

Animais
Desenhos animados

E os modelos tecnológicos. Um luxo! Nunca pensei que com uma coisa tão banal fosse possível criar tanto. Sem palavras. Fiquem com as imagens!
PS: Nesses modelos da até pra aceitar a cor preta e cinza já que eles chamam a atenção por seus próprios atributos.
Y los modelos tecnológicos. Todo un lujo! Nunca pensé que algo tonto con él se puede crear tanto. Sin palabras. Quédate con las imágenes!
PS: En estos modelos se puede aceptar el negro y el gris, ya que son notables por sus propios atributos.
Com air-colling: a prova de ventos.
Guarda-chuvas máscaras: pra todos os gostos!
Com luzinhas: pra não se perder no escuro!
Duplo: para casais.
Tá na chuva, não é pra se molhar, não!
¡Está en la lluvia, no se mojes, no!

Via: No good for me.com  . Talk Nerdy to me . All Women's talk . Coll buzz . Freakstyle . We are beautiful . Sun umbrullas.com . In and Out Gifts.com . Ali Express . Brollies Galore

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fazer o bem sem olhar a quem

Porta travessa . Porta talheres . broches
Porta-bijoux e saquinhos de viagem . porta-tesouras . porta-guardanapo . porta-talheres

Nos dias seguintes após eu chegar no Brasil, chegou também minha tia que tá morando em Luanda, capital de Angola, na África. E ela veio cheia de novidades e trabalhos pra família também, hehehe...

Pois é, minha tia que vive lá faz tão pouco tempo já faz parte do kambas do Bem, um grupo de aproximadamente 150 mulheres de integrantes expatriados da Odebrecht em Angola reunidas em torno do ideal do trabalho social voluntário, que com solidariedade e capacidade de mobilização, dedicam-se a conhecer a realidade das comunidades locais, identificar suas necessidades e organizar atividades que tornem possível as contribuições que se propõem a fazer (Via: Odebrecht).

Elas estão sempre organizando festas requisitadas que movimentam o circuito social de Luanda. Essas Kambas, cheias de animação, sempre contam com apoio geral de outras Kambas e de alguns patrocinadores. O intuito é angariar recursos para o projeto. E com esse objetivo, cada ano elas organizam um Bazar beneficente. Foi ai que eu entrei na história.

Minha tia veio de lá cheia de trabalhos de artesanato e colocou boa parte das mulheres da família pra trabalhar. Eu, minha mãe, minha avó e duas tias-avós, além da kamba-chefe, minha tia que vive em Luanda, trabalhamos durante várias tardes para concluir os trabalhos. Foi muito bom estar reunida com a familia e principalmente saber que o trabalho feito aqui vai ajudar a pessoas tão necessitadas de lá.

O bazar aconteceu essa semana que passou e recebi notícia de Luanda que foi um sucesso, que todos gostaram dos artigos preparados pelas "Kambas de Casa" e que todos foram vendidos. É muito gratificante saber que pudemos ajudar daqui mesmo de tão longe.

Três gerações trabalhando pelo bem!

PS: Kambas do Bem, no dialeto kimbundo, significa Amigos do Bem.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bicicletando

 
Há dois anos comprei minha bicicleta: vermelha, com cestinha, garupa, sem marcha e estilo retrô. Minha bike tem sido alem de companheira meu meio de transporte pro trabalho.

Moro a 2,5 km do meu trampo e pela distância dá tranquilamente para ir pedalando. É claro que tem os “contras” como chegar suada, algum risco no trânsito, falta de ciclovia e etc. Mas nenhuma dessas dificuldades me impediu de ir diariamente (quando não chove) ao meu trabalho. Os “prós” são maiores, como: queimar algumas calorias, diminuir o número de carros e consequentemente poluição nas ruas, fazer caminhos diferentes, economizar na passagem de ônibus (no meu caso até R$ 190,00 por mês) e etc..

Tenho a sorte de ter um bicicletário no meu trabalho (parabéns a Rede Gazeta), outro dia fui ao shopping Vitória e descobri que lá não tem bicicletário, absurdo né? Vitória é ótima para andar de bicicleta, é plana e tem bastante asfalto mas é claro que precisamos de ciclovias, bicicletários e do respeito dos motoristas. 

Aos poucos vamos exigindo do prefeito melhores condições para pedalar e como publicitária digo que falta campanha de conscientização na TV, internet, jornais e etc para que a população e pricipalmente motoristas acordem nesse sentido.

Nós ciclistas tambem temos que fazer nossa parte, algumas regrinhas são básicas: respeitar os pedestres e os espaços, usar a campainha e refletores para ser visto e o principal deles: não ter pressa.

E ai, te convenci? Vamos pedalar!

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